PAE é um documento onde o objetivo é fornecer um conjunto de diretrizes e informações para a adoção de procedimentos estruturados, de modo a proporcionar uma resposta rápida e eficiente em situações de emergência.
A importância do PAE está no fato de que o andamento das ações é proporcional à planificação, ou seja, o mesmo pode evitar que um acidente pequeno se transforme em um evento de grande impacto ambiental, pois aos olhos da lei, um balde de hidrocarboneto lançado em um rio, não difere de um tombamento de um caminhão tanque, ainda mais quando não se toma providencia alguma.
O PAE não deve ser apenas um plano de emergência burocrático e bem
organizado de maneira escrita, mas também a conscientização geral da empresa informando todos os seus riscos potenciais, este, deve restringir ao máximo os impactos em uma região, evitando que estes impactos passem dos limites de segurança. Situações externas ao evento que possam agravar o acidente também devem estar previstas nas tomadas de decisões do plano.
O PAE deve ser um instrumento “prático”, no qual estão descritas as
atribuições e responsabilidades de cada um na hora de uma fatalidade
acontecer, deve ser apresentado e organizado de modo a facilitar consultas,
pois a tomada de decisões na hora tem que ser rápidas e bem concisas. E um
documento que deve ser tornado público na empresa e divulgado em todos os
níveis funcionais. Sua função primordial e que contenha os procedimentos
para atender a acidentes e situações de emergências, bem como, prevenir ou
mitigar os impactos ambientais que possam vir a causar.
Um bom plano também deve conter as práticas adotadas para análise e revisões dos procedimentos, durante situações de emergência ou após uma ocorrência de acidente, cronogramas de treinamentos e simulados para todos os envolvidos no momento emergencial.
Sem os simulados, treinamentos e conscientização geral da empresa quanto ao PAE, à tendência quando ocorrer o acidente é de uma situação de caos, fato muito normal quando acontece. E uma atitude proveniente de uma tomada de decisão equivocada pode encerrar as atividades de uma empresa através de multas, e ainda por cima os proprietários e gerentes responderem por ações civis e criminais.
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